DAN  ÇA

RENAN MARTInsDANÇAworkshop       

 

 

BIO

É coreógrafo e performer brasileiro residente no Porto, Portugal​.

Iniciou seus estudos em dança no Rio de Janeiro, no Centro de Movimento Deborah Colker aos 16 anos e, um ano depois, ingressou na SEAD (Salzburg Experimental Academy of Dance) em Salzburgo, Áustria.

Em 2010 entrou para a P.A.R.T.S (Performing Arts Research and Training Studios) parte do Research Cycle, onde começou a desenvolver seu próprio trabalho. Nos anos 2014 e 2015, Renan juntou-se à SeventySeven vzw junto com outros artistas como Les Slovaks, Anton Lachky, Moya Michael, Meytal Blanaru e Peter Jasko, onde seu trabalho era representado. 

 

Em 2016 entrou para o Top 20 coreógrafos do ano pela Aerowaves com o trabalho Let Me Die In My Footsteps.​ Junto à sua prática coreográfica, Renan também foi performer para Iztok Kovac, Marysia Stoklosa, Pierre Droulers, Anne Teresa de Keersmaeker, Ceren Oran e Alexandra Waierstall. 

 

Desde 2013 ele é membro da companhia Damaged Goods / Meg Stuart dançando nas peças Violet, Atelier III e Projecting [Space] . E em 2017 ingressou também à Companhia Hiatus de Daniel Linehan para o trabalho

Third Space. 

                     ENGLISH 

is a Porto-based Brazilian choreographer and performer. He started his education in Rio de Janeiro at Deborah Colker Movement Center at the age of 16, and one year later won a full scholarship to study at SEAD in Salzburg, Austria. In 2010 he joined P.A.R.T.S. (Performing Arts Research and Training Studios) to be part of the Research Cycle where he focused more intensively on choreography and started developing his own work. He has performed his pieces in different venues in Brazil, Austria, Slovenia, Germany, Holland, Portugal, Russia, Belgium, Croatia, France, Czech Republic, Slovakia and Switzerland.

In 2014 and 2015, he joined SevetySeven vzw together with Les Slovaks, Anton Lachky, Moya Michael, Meytal Blanaru and Peter Savel, where his work was represented. In 2016 he was nominated one of the Top 20 choreographers of the year with the piece Let Me Die In My Footsteps.

Along with his choreographic practice he has also been a performer for Iztok Kovac, Marysia Stoklosa, Pierre Droulers, Anne Teresa de Keersmaeker, Ceren Oran and Alexandra Waierstall. Since 2013 he is a member of Damaged Goods/Meg Stuart performing in VIOLET, ATELIER III and Projecting Space . As of October 2017 he joined Hiatus Company/Daniel Linehan (BE/US) as dancer for the production Third space, which premieres on June 2018 at Munchen Bienalle.

NO CATEGORY PRACTICE

No Category Practice é uma mistura de várias práticas de movimentação. Mais do que o que essas práticas podem oferecer individualmente, prestamos atenção especial ao

que elas têm em comum. Como elas se complementam e como o resultado desta mistura pode ampliar nosso leque de possibilidades como movers,artistas, dançarinos, humanos.

Iniciamos considerando categorias como ferramentas básicas pelas quais conhecemos e fazemos sentido de nós mesmos e do que nos diz respeito. A partir disso, confrontamos essas categorias trazendo-as à consciência. Observando que as mesmas foram criadas para moldar algum tipo de imagem de identidade e assim limitar nossas possibilidades de conexão (conosco e com os outros).

Convidamos a mente para o trabalho de imaginação, analogias, comparações, símbolos. Desdobrando a dança, criando metáforas que servirão de mecanismos para escapar da rigidez da categorização.

Algumas das práticas foram criadas por ou inspiradas no trabalho de Meg Stuart, Thomas Hauert, Salva Sanchis, Anne Teresa de Keersmaeker e Peter Savel.

ENGLISH

No Category Practice is a mix of various movement practices.

More than what these practices can offer individually, we pay special attention to the relationship between them. How these practices can complement one another and how their clash can broaden our spectrum of possibilities as movers, performers, dancers, people. We start by seeing categories as basic tools by which we know and make sense out of ourselves and everything about us. Then we confront these categories by bringing them to consciousness. Observing that they have been created to shape some sort of identity image and thus limit our possibilities of connection (to ourselves and others).

We invite the mind to the work of images, analogies, comparisons, symbols. Unfolding the dance by creating metaphors that will serveas mechanisms to escape the rigidities of categorisation. Some of the practices are either from or inspired by the work of Meg Stuart, Thomas Hauert, Salva Sanchis, Anne Teresa de Keersmaeker and Peter Savel.

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JAN
2019
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